quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Matéria com a galera do Cinema-i e do Circuito Fora do Eixo no 'Estado de Minas' 25/01/2012
"Eles vêm de muitos lados. Brasília, Ouro Preto, Mariana, Petrópolis e até Los Angeles. As áreas também são diferentes. Tem representante da arquitetura, da história da arte. Mas o que leva todo mundo a Tiradentes é apenas uma causa: o cinema. E vale tudo pra estar na cidade. Alugar casa, dormir de qualquer jeito, dividir um banheiro com 10 pessoas. Apesar disso, é preciso acrescentar um detalhe interessante: explorar a programação “de galera” tem suas vantagens. “A gente conversa, troca experiência e tem companhia para sair”, conta Shaline de Paula."
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Comentário curta Julie, Agosto, Setembro Direção: Jarleo Barbosa exibido dia 23/01/12 na 15ª Mostra de Cinema de Tiradentes

A 15ª Mostra de Cinema de Tiradentes a cada dia que passa me deixa cada vez mais impressionado, segunda-feira foi exibido o curta 'Julie, Agosto, Setembro', de Jarleo Barbosa, cujo nome faz uma brincadeira com os meses do ano e com o nome da personagem principal, uma suiça que acaba de chegar em Goiânia.
A história do curta é bastante simples, Julie é uma garota 'um pouco romântica' que tenta descobrir a cidade de Goiânia por meio de seus relacionamentos. No início ela encontra um pouco de dificuldades, devido ao seu idioma, o francês, mas ao encontrar um namorado que a ensina várias coisas, Julie começa a descobrir a cidade, até que por fim se torna parte dela.
A trilha do curta é excelente, trilha a qual estou escutando enquanto escrevo este comentário, muito boa. 'August' é da banda goiana Folk Heart, composta por três amigos.
As roupas usadas por Julie são repletas de figuras, flores, tons de azul e estampas, que passam para o espectador todo o lado romântico e ao mesmo tempo simples da personagem, em contrapartida os tons de cinza utilizados realçam a cidade de Goiânia com todo o seu concreto.
Ponto também para a atuação do elenco, que apesar de não falarem frase alguma, demonstram com o corpo e expressões todo o sentimento presente no curta.
A idéia de narração em francês caiu como uma luva, pois combinou muito com a história, ficou simples e elegante, e não deixou o curta hora alguma cansativo, algo bastante comum em produções que utilizam isto.
Conclusão, excelente!!!
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